Menu

Auxílio: bancários(as) da Caixa querem protocolos mais seguros

08/04/21
Auxílio: bancários(as) da Caixa querem protocolos mais seguros

 

Filas para receber o benefício emergencial para ajudar durante a pandemia já voltaram a aparecer nesta semana nas agências. Bancários(as) também lutam por prioridade nas vacinação contra o coronavírus

Desde a manhã da última terça-feira, 06/04, assim como ocorreu no ano passado, as agências da Caixa em Porto Alegre voltaram a apresentar filas em frente às portas, para atendimento das pessoas com direito a sacarem, nas contas Poupança Social Digital, os valores referentes à primeira parcela da nova etapa do Auxílio Emergencial. Por enquanto estão sendo beneficiados apenas os nascidos no mês de janeiro, conforme o calendário de pagamentos do governo federal, em função da pandemia de Covid-19.

Diretora de Políticas Sociais da Fenae, e também componente da diretoria do SindBancários de Porto Alegre e Região, a empregada da Caixa Rachel Weber diz que há uma pressão dos trabalhadores do banco para que os atendimentos de Auxílio Emergencial, na nova etapa, obedeçam a protocolos mais rígidos. “Estamos lutando para que a Caixa forneça máscaras mais seguras, do tipo PFF2 (N-95), aos empregados e que as agências instalem placas de acrílico em frente aos caixas, para evitar o contágio do vírus”, reforça ela.

Rachel (acima) afirma que os protocolos de segurança precisam ser menos relaxados nos bancos. Também é de opinião que os prazos de agendamento dos beneficiados, na nova etapa do Auxílio, devem ser ampliados, para proteger melhor os bancários e a própria população.

Central telefônica

Nesse sentido, o atendimento ao cidadão para esclarecer dúvidas é realizado pela central telefônica 111 da Caixa, que funciona de segunda-feira a domingo, 24 horas por dia, e atende os beneficiários do Auxílio Emergencial 2021. Além disso, o banco disponibilizou uma área no seu site para melhor informar os clientes sobre o benefício. O saque emergencial tem como objetivo o enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo governo Federal em razão da pandemia da Covid-19.

Valores inferiores

Como se sabe, a nova fase do Auxílio Emergencial tem valores inferiores aos R$ 600,00 da primeira fase de avanço da pandemia. Agora, Bolsonaro e seu ministro da Fazenda fixaram recursos mínimos, que não garantem a sobrevivência da população mais carente. O valor do Auxílio varia de R$ 150,00 a R$ 375,00 por mês, num padrão médio de R$ 250,00. Mulheres com filhos terão direito a uma cota maior, de R$ 375. Já as famílias compostas por apenas uma pessoa receberão R$ 150,00. “Os valores são muito baixos, mas é importante que sejam pagos a quem não pode contar com mais nada”, reforça Rachel Weber.

“Lutamos para que haja vacina pública para todos”, diz ela. “E os bancários, que ficam na linha de frente, devem ser incluídos entre o público prioritário”. A sindicalista acrescenta também que não é favorável a que as empresas comprem vacinas: “Com isso, corre-se o risco de faltar imunizantes para a maioria da população”, argumenta.

Bancários: grupo prioritário

A inclusão da categoria bancária entre os profissionais que correm mais riscos de contaminação, por realizarem atendimento direto e presencial da população na maioria dos casos, especialmente no pagamento de benefícios, é uma demanda das lideranças sindicais e políticas.

Neste sentido, o secretário-geral e presidente em exercício do SindBancários de Porto Alegre e Região, Luis Gustavo Vargas Soares, encaminhou correspondência a deputada federal Celina Leão (PP-DF) no sentido de solicitar a inclusão imediata dos bancários e bancárias na lista de prioridades do Plano Nacional de Vacinação Contra a Covid-19.

Confira o link ao lado. Of48-21 Dep Celina Leão

Colega da Caixa, o protocolo na está sendo seguido em sua agência? Então, denuncie ao Sindicato. Seu nome ficará em sigilo.

Clique aqui para denunciar.

Fonte: Imprensa SindBancários





Imprimir está pagina